NOVEMBRO DE 2017 | 22:34

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Tamiflu só aliviaria sintomas da gripe
Escrito por Hospital Dr. Aloan   

O Tamiflu, medicamento apontado como solução para a gripe A H1N1 - ou gripe suína -, pode não curar a doença. É o que revela um novo estudo de especialistas independentes ingleses. Há poucas evidências de que o medicamento oseltamivir (nome científico do Tamiflu) consiga impedir complicações em pessoas saudáveis que contraem a doença sazonal. A Roche, fabricante do remédio, não disponibilizou ao público parte dos estudos realizados, alertaram ainda os cientistas, que mostram que o medicamento apenas reduz em um ou dois dias os sintomas.

O trabalho aumenta a polêmica sobre se vale a pena os governos investirem grande quantidade de recursos públicos na compra da droga durante epidemias de gripe e sobre os seus riscos. Em setembro deste ano, outros especialistas também questionaram o valor clínico da medicação e de sua concorrente, o zanimivir (Relenza), destacando que era melhor investir em vacinas. No Brasil, um estudo preliminar do governo do Rio Grande do Sul também questionou a eficácia em pacientes graves. As informações são do Estadão/Jornal da Tarde.

 
Estudo mostra relação entre câncer e solidão
Escrito por Hospital Dr. Aloan   

Um estudo feito nos Estados Unidos reforça teorias de que a solidão tornaria o câncer mais provável e mais letal. O trabalho, publicado na revista Proceedings of the National Academy of Science, demonstrou que ratos isolados socialmente e submetidos a situações estressantes desenvolveram mais tumores da mama - e de um tipo mais letal - do que os animais que permaneceram em grupos. Os pesquisadores atribuem os resultados ao estresse e dizem ser possível que o mesmo ocorra em seres humanos. Especialistas em câncer dizem que mais estudos são necessários para provar a associação entre a doença e a solidão.

É sabido que pacientes com câncer que estão deprimidos tendem a ter sobrevida menor. Pesquisas anteriores indicam que o apoio social pode melhorar os resultados de tratamentos em pacientes que tiveram câncer da mama. No novo estudo, os pesquisadores constataram que o isolamento e o estresse multiplicaram os riscos de câncer da mama em ratos Norway, ou ratos castanhos, tidos como bastante sociáveis. Os pesquisadores dizem ter esperanças de que o trabalho ajude pacientes com câncer. As informações são da BBC Brasil.

 
Exercícios contra câncer de próstata
Escrito por Hospital Dr. Aloan   

Um novo estudo divulgado indica que apenas 15 minutos diários de exercícios físicos podem ser suficientes para reduzir a taxa de mortalidade em pacientes com câncer de próstata. A pesquisa foi apresentada em conferência da Associação de Fronteiras de Pesquisa em Câncer nos Estados Unidos, segundo informações da Agência Fapesp.

Os pesquisadores avaliaram os níveis de atividade física de 2.686 pacientes, tanto antes como depois de terem sido diagnosticados com câncer. Pacientes com diagnóstico de metástase não foram incluídos no estudo. Homens que mantiveram três horas ou mais dos chamados equivalentes metabólicos por semana - que equivalem a correr, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis por meia hora por semana - apresentaram risco 35% menor de mortalidade geral do que os demais.

Com relação a caminhadas, os pesquisadores observaram que os pacientes que andaram mais de quatro horas por semana tiveram um risco 23% menor de mortalidade por qualquer causa quando comparados com os que andaram menos de 20 minutos por semana.

Não foi apenas o tempo: a velocidade também contou bastante. Aqueles que andaram mais de 90 minutos em um ritmo normal para acelerado apresentaram risco de morte 51% menor do que aqueles que andaram menos e em ritmo menos intenso.

Mas a caminhada não mostrou efeito específico na mortalidade por câncer de próstata. Entretanto, o cenário foi outro com exercícios mais vigorosos. Homens que mantiveram pelo menos cinco horas semanais de atividades físicas vigorosas tiveram redução no risco de mortalidade pela doença.

Fonte: Agência Fapesp

 


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